Brasileiros estão entre os consumidores mais engajados do mundo

São Paulo – O consumidor brasileiro é o segundo mais engajado do mundo, mantendo-se fiel, conectado e próximo à marca de desejo.
A descoberta é de uma pesquisa da empresa Affinion com a Oxford Brookes University, que mapeou os fatores que influenciam a relação duradoura de um consumidor com uma marca.
Entraram na conta marcas dos setores de varejo, bancos e telecomunicações. Ao todo, 18 mil pessoas foram entrevistadas.
Além do Brasil, Turquia e Estados Unidos também têm um alto índice de engajamento, acima da média global.
O Brasil atingiu uma pontuação de 70 no estudo, enquanto a média mundial é 66.
Já países como Dinamarca, Noruega e Finlândia são menos engajados, com médias entre 58 e 60.
O setor varejista encontra consumidores mais voláteis, que exigem constantes inovações e superações por parte da marca para se manterem fiéis.
Já os setores de telecomunicações e bancos, exigindo mais da vida do consumidor e participando dela, praticamente, todos os dias, tendem a ver clientes mais estáveis.Arquivado em:MARKETING


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FONTE: Exame-Geral

Com este cobertor, você nunca mais vai precisar arrumar a cama

São Paulo – Há muitas teorias sobre arrumar ou não a cama de manhã. Algumas pessoas, por exemplo, não saem de casa sem arrumar a cama por acreditar que é o primeiro passo para um dia organizado. Outras, no entanto, defendem que a coberta em cima da cama faz com que os ácaros fiquem acumulados no colchão.
A verdade é que nem sempre temos tempo pela manhã ou muitas vezes bate aquela preguiça mesmo e foi pensando nisso que a SmartDuvet desenvolveu um dispositivo que faz com que a cama seja arrumada com apenas um clique.
Pode parecer surreal, mas trata-se de uma capa instalada no edredom ou até mesmo no lençol que infla faz com que  as peças sejam ajustadas no colchão. O mais legal é que a capa pode ser acionada por meio de um aplicativo instalado no celular.
Ainda um projeto, a SmartDuvet está buscando apoiadores no KickStarter e precisa de cerca de 30 mil dólares canadenses para sair do papel. Assista ao vídeo abaixo para entender melhor o funcionamento do dispositivo:

 Arquivado em:ESTILO DE VIDA


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FONTE: Exame-Geral

Bairro renasce das cinzas com agricultura urbana nos EUA

São Paulo – Você já sonhou em plantar sua própria horta caseira? Pois um bairro inteiro na cidade de Detroit, nos Estados Unidos, resolveu arregaçar as mangas e pôr as mãos na terra. Os moradores de North End, região central da cidade, se uniram para criar o primeiro bairro urbano agrícola dos Estados Unidos.
Projetos de horta urbana têm ganhado fôlego no país, mas em North End o negócio ganhou contornos mais radicais, baseado em um modelo alternativo de crescimento de bairros que posiciona a agricultura no centro do desenvolvimento de uso misto. O foco é unir agricultura local, residências, lazer, trabalho e todas as amenidades da vida em cidade.

– (The Michigan Urban Farming Initiative/Reprodução)

No coração do bairro, em meio ao que antes eram casas abandonadas e terra vaga, cresce uma horta de 30 mil metros quadrados, o equivalente a quatro campos de futebol. Dessa estrutura verdejante saem 300 variedade de vegetais frescos, que abastecem gratuitamente 2 000 famílias e igrejas locais.

A Queda
Nada disso aconteceu da noite para o dia, claro. North End fora outrora um bairro próspero com construções de alto padrão, comércio efervescente e vida noturna agitada. Nos pós-guerra, ganhou fama ao concentrar a elite da cidade, atraindo celebridades como Aretha Franklin, Smokey Robinson e Diana Ross.
Nos anos 90, porém, o bairro entrou em queda livre com o declínio da indústria mobilística que atingiu em cheio a cidade de Detroit, motor do setor. Nos anos seguintes, uma série de más gestões de prefeitos associadas à crise financeira de 2008  levaram a cidade símbolo do poder industrial americano a declarar falência.
Empregos sumiram e levaram consigo muitas famílias que se mudaram em busca de oportunidades. Alguns bairros tornaram-se fantasmas enquanto em outros, como Nothe End, só ficaram as populações mais pobres, entregues à própria sorte.
O Renascimento
Finalmente, em 2014, o então recém-eleito prefeito da cidade Mike Duggan se comprometeu com revitalização da cidade, começando pelo bairro de North End. A ideia da revitalização verde nasceu em conjunto com os próprios moradores, mas ganhou corpo mesmo foi com o apoio da The Michigan Urban Farming Initiative (ou simplesmente Mufi), organização não-governamental criada pela Universidade de Michigan.

Desde 2012, a organização, que é focada em agricultura urbana de impacto social, vem ajudando a mobilizar investimentos e voluntários para o projeto. E isso fez toda a diferença. Nos últimos quatro anos, mais de 8 mil pessoas contribuíram coletivamente com mais de 80 mil horas de trabalho que, somados aos investimentos feitos por instituições e empresas, equivalem a cerca de US$ 4 milhões.
Além do desenvolvimento da área de cultivo, a empreitada também envolveu a reforma de dois prédios da região que agora servem de centro de educação sobre agricultura urbana e projetos socioculturais voltados para a vida comunitária.

“Nós crescemos de uma horta urbana que fornece produtos frescos para nossos moradores para um campus agrícola diversificado que ajudou a sustentar o bairro e que atraiu novos residentes e investimentos na área”, disse Tyson Gersh, presidente da Mufi, em comunicado da ONG.
Segundo ele, há uma demanda crescente de pessoas que querem viver no bairro agrícola, que parte de uma tendência maior em curso em todo o país de pessoas redefinindo como a vida no ambiente urbano deve ser.
“Oferecemos uma experiência única para quem quer viver em espaços interessantes com uma mistura de residencial, comercial, mobilidade e agricultura”, explica.
Sem dúvida, o sucesso dessa investida verde lança um sinal claro a respeito do potencial de renovação que as hortas urbanas comunitárias representam para todas as cidades.Arquivado em:MUNDO


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FONTE: Exame-Geral

Pessoas já sabem o que fazer quando os carros dirigirem sozinhos

São Paulo – O que você gostaria de fazer ao volante quando seu carro for 100% autônomo?
A Ford Europa fez essa pergunta com 5.000 consumidores na região para descobrir quais eram seus planos para quando carros que dirigem sozinhos forem uma realidade.
A resposta foi bem simples e até bucólica: 80% responderam que pretendem admirar a paisagem e relaxar.
A pesquisa de múltipla escolha mostrou ainda que as pessoas estão interessadas também em conversar por telefone e usar a internet (72% das respostas) ou comer um lanche (64%).
Colocar a leitura em dia foi a resposta de outra parte dos entrevistados. Para os com filhos, a escolha foi um pouco polêmica: 16% disseram que ficariam felizes em deixar que as crianças fizessem o trajeto sozinhas.
Outra curiosidade do estudo está relacionada à dimensão do estresse causado por dirigir em um trânsito pesado todos os dias. Em média, os europeus passam dez dias por ano dentro dos carros no trajeto casa-trabalho – horas consideradas por eles mais tensas do que as investidas no trabalho em si.
Os carros autônomos seriam, então, uma bela alternativa para levar as pessoas por esse caminho, além de uma saída segura para os que querem beber no meio do trajeto.
A montadora anunciou que iniciará os testes com veículos autônomos pelas estradas europeias em 2017, dentro de um plano integrado de serviço compartilhado similar ao que a empresa está realizando nos Estados Unidos.
“Essa nova tecnologia vai revolucionar a forma como nós viajamos e como nós vivemos”, diz Thomas Lukaszewicz, gerente de direção automatizada da Ford Europa.Arquivado em:NEGÓCIOS


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Gordura pode ser combustível de metástase do câncer, diz estudo

São Paulo – Cientistas espanhóis fizeram duas descobertas que podem revolucionar o tratamento contra o câncer. Eles encontraram a proteína responsável pela metástase, que é o processo de proliferação de um tumor no corpo. Outro grande achado é o possível combustível que desencadeia essa ação: a gordura.
A proteína CD36 foi encontrada pelos cientistas primeiramente em células cancerígenas de um câncer de boca. Ela ainda foi identificada em outros tumores, como melanoma (pele) e câncer de mama, bexiga e pulmão.
A descoberta foi feita por um grupo de cientistas do Instituto para Pesquisa Biomédicas, em Barcelona. Nas pesquisas, cientistas adicionaram a proteína CD36 a células tumorais que não produziam metástase. O resulto disso foi a proliferação do câncer para outras regiões do corpo. Isso serviu como prova de que a proteína é essencial no processo de metástase.
O próximo passo foi entender como a CD36 propagava os tumores, já que células normais se autodestroem quando deixam a região em que vivem. Como estão em busca de uma nova área do corpo, as células cancerígenas estão em uma batalha frequente contra o organismo. Por isso, consomem gordura, material essencial para a produção de energia.
É nessa parte do processo que entra o trabalho da proteína CD36. Ela ajuda as células cancerígenas a pegar a gordura do ambiente. Com tanta energia acumulada, elas então conseguem ultrapassar as barreiras criadas pelo corpo e atacar vários órgãos.
“Embora não tenhamos ainda testado isso em todos os tipos de tumores, podemos afirmar que CD36 é um marcador geral de células metastáticas, o primeiro que eu sei que é específico para metástase”, disse Salvador Aznar Benitah, um dos autores do estudo, em entrevista para o site Science Daily.
Dos anticorpos às dietas alimentares
Os pesquisadores tentaram encontrar uma maneira de interromper o transporte da gordura. Para isso, analisaram os anticorpos da CD36 e encontraram dois capazes de reconhecer e bloquear a proteína.
Em testes feitos em ratos de laboratório, os cientistas notaram que eles foram capazes de inibir a metástase por completo em 20% dos casos. No restante, a quantidade de tumores e os seus tamanhos foram reduzidos em 80%. Os anticorpos, porém, não afetaram o desenvolvimento de tumores primários.
Uma ótima notícias é que esse tratamento não apresentou efeitos colaterais–que são bastante pesados em quimioterapia e radioterapia. É grande a possibilidade de testes humanos serem feitos.
Os cientistas também descobriram que pode haver outra maneira de interromper a metástase. Na pesquisa com  ratos, eles notaram que os animais que receberam células tumorais e continuaram com uma dieta normal apresentaram metástase em 30% dos casos. Já 80% dos ratos que foram alimentados com uma dieta 15% mais rica em gorduras tiveram mais tumores e de maior tamanho nos linfonodos e pulmões.
De acordo com os cientistas, a gordura mais perigosa é o ácido palmítico. Principal componente do óleo de palma, ele foi capaz de aumentar a frequência de metástase de 50% a 100% em ratos com células tumorais.
“Mais estudos são necessários para desvendar essa intrigante relação, sobretudo porque os países industrializados estão registrando um aumento alarmante no consumo de gorduras saturadas e de açúcar”, adverte Benitah no estudo. “Gordura é necessária para o funcionamento do corpo, mas a ingestão descontrolada pode ter um efeito sobre a saúde.”
A equipe espanhola já solicitou a patente dos resultados. Agora, os cientistas querem realizar um estudo clínico com mil pessoas que têm câncer. O objetivo é encontrar os lipídios no sangue desses pacientes e analisá-los para entender se eles têm alguma ligação com a metástase.
Ernst Lengyel, oncologista da Universidade de Chicago, nos EUA, disse à revista Nature que ainda é muito cedo para dizer que é preciso evitar alimentos gordurosos. Segundo ele, pessoas com câncer geralmente precisam de uma dieta de alta energia e, por isso, afirmar que a gordura deve ser retirada de sua alimentação poderia ser perigoso.Arquivado em:CIÊNCIA


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E se todos os americanos recebessem salário sem trabalhar?

São Paulo – Você já imaginou ter sua renda garantida sem precisar trabalhar?
Pois essa ideia é cada vez popular e acaba de ganhar um grupo nos Estados Unidos para avaliar sua possível implementação.
O “Projeto de Segurança Econômica” vai direcionar US$ 10 milhões em 2 anos para projetos que estudem o impacto da renda mínima sobre a economia.
Entre seus signatários está gente como Robert Reich, ex-secretário do Trabalho, e Chris Hughes, co-fundador do Facebook, assim como outros nomes do Vale do Silício.
Também estão representados ativistas, autores, executivos, pesquisadores e professores de faculdades importantes como Stanford, Harvard e Princeton.
Outro nome é de Michael Faye, um dos fundadores da GiveDirectly, ONG que envia dinheiro para o celular de beneficiários na África e que também será apoiada pelo projeto.
“Transferências de dinheiro foram avaliadas por um período mais longo do que a maioria das outras intervenções para o desenvolvimento, e a evidência mostra que ela causa o oposto da dependência. As pessoas não só continuam a ter um nível maior de renda, mas também parecem estar trabalhando mais e não menos”, disse ele em entrevista para EXAME.com em 2014.
Outras organizações que terão apoio financeiro são o Center for Popular Democracy, que advogado políticas progressistas, e os think tanks Roosevelt Institute e Niskanen Center.
Histórico
Utrecht e outras cidades holandesas começaram no início deste ano seu experimento de renda mínima, e o valor vai de 900 euros por mês para uma pessoa sozinha a 1.300 euros por mês para um casal.
Na Finlândia, um projeto piloto vai começar em 2017, e o Canadá também está experimentando com a ideia.
Na Suíça, um projeto de renda mínima universal foi rejeitado em um referendo realizado em junho.
Do lado da esquerda, alega-se que esse tipo de programa elimina a pobreza, incentiva o estudo e dá segurança para as famílias no contexto de um mercado de trabalho cada vez mais complicado.
Não é por acaso que ela é defendida por especialistas em tecnologia que preveem desemprego maciço com a crescente automatização. A renda mínima também teria o efeito de puxar para cima os salários da economia como um todo, tal como faz o salário mínimo.
Mas também há defensores da renda mínima na direita. Segundo eles, o esquema elimina a burocracia e os custos de administração necessários para manter os diferentes tipos de créditos e benefícios já existentes.
Um dos defensores disso era Milton Friedman, papa do liberalismo e vencedor do Prêmio Nobel, no modelo de um “imposto negativo” que manteria o incentivo ao trabalho. A principal crítica é que a renda mínima faria as pessoas deixarem de trabalhar.
Veja Friedman falando sobre o assunto em 1968:
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FONTE: Exame-Geral

Negócio espera faturar R$ 1 milhão com reformas em favelas

São Paulo – Ser uma empresa lucrativa e também ajudar a resolver um problema que afeta 11 milhões de famílias no Brasil. Esse é o objetivo do Programa Vivenda, negócio que atua desde 2014 na comunidade do Jardim Ibirapuera, zona sul de São Paulo.
Fundada pelos empreendedores Fernando Assad, Igiano Lima e Marcelo Coelho, a empresa oferece reformas de baixo custo para famílias que vivem em favelas, muitas vezes em condições insalubres.
E não é porque o negócio tem foco num problema social que ele não dá resultado. A empresa espera fechar 2016 com faturamento de 1 milhão de reais, e vai abrir sua segunda unidade no mês que vem. Nada mal, não?
A ideia do negócio veio após um longo período observando o problema. Igiano Lima e Marcelo Coelho trabalharam durante anos na CDHU, com urbanização. Já Fernando Assad tinha uma consultoria para projetos socioambientais.
“Percebemos que os programas de urbanização melhoravam o lado de fora dessas comunidades. Mas da porta para dentro as casas continuavam sem iluminação adequada, com umidade, mofo. É um problema que afeta 11 milhões de famílias e que não tem solução proposta pelo estado ou organizações sociais”, afirma Assad.
Para iniciar o negócio, os sócios fizeram um empréstimo de 150 mil reais no banco. Depois, em 2015 eles captaram investimento através de uma campanha de equity crowfunding no Broota, na qual conseguiram 445 mil reais, com 39 investidores, que incluem desde pessoas físicas até companhia de cimento InterCement.
Agora, os empreendedores se preparam para abrir uma nova rodada de investimento no ano que vem.
Autoestima
O modelo funciona assim: a empresa oferece alguns kits de reforma, como banheiro e cozinha, por exemplo. Cada kit tem custo médio de 5 mil reais, que pode ser parcelado em até 15 vezes pelo cliente. A obra fica pronta em cerca de 5 dias.
Além da saúde da família, que é afetada quando a casa passa a ter um banheiro adequado, por exemplo, as reformas promovidas pelo Vivenda têm grande impacto na autoestima de quem vive ali.
“Imagine uma casa completamente insalubre e você coloca um ponto de luz ali. Um banheiro com louça nova, por exemplo. Aquilo se torna uma faísca para as pessoas se desenvolverem, dá força para irem atrás de reformar o restante da casa e quererem algo melhor”, afirma Assad.

Cozinha antes da reforma

Hoje as reformas têm parcelas e cerca de 300 reais. Agora, o Vivenda fechou uma parceria com a Din4mo que vai permitir dividir o valor em mais vezes, diminuindo a parcela e permitindo que mais gente tenha acesso às reformas.
Os pedreiros e ajudantes são da própria comunidade e ganham de 1.600 a 2.400 reais por obra. “Cada pedreiro faz de quatro a cinco obras por mês, o que dá um montante de 10 mil reais por mês para eles. É um dinheiro que fica na própria comunidade e ajuda no desenvolvimento local”, afirma o empreendedor.
Assad ressalta que os pedreiros são treinados pela empresa, e orientados para se formalizarem como MEI (Micro Empreendedor Individual).
Ponto de equilíbrio
Com um preço baixo para o cliente e boa remuneração para os pedreiros, surge a dúvida de como o Vivenda fecha a conta. Assad responde: “Somos um negócio social, e por isso trabalhamos com uma margem de lucro baixa. Para a empresa se manter de pé precisa de escala”, explica.
O empreendedor afirma que o equilíbrio das contas foi atingido este ano, quando o Vivenda atingiu a marca de 40 obras por mês. Hoje, a empresa conta com oito fixos, fora 24 pedreiros e ajudantes que atuam como prestadores de serviço. “Hoje a empresa é nossa atividade principal. Podemos dizer que o negócio social é um modelo que dá certo, sim”, afirma.
O programa Vivenda deve fechar 2016 com 430 obras realizadas. O sucesso da experiência no Jardim Ibirapuera fez com que os sócios decidissem abrir uma segunda unidade, desta vez no Jardim Lapena, próximo a São Miguel Paulista, na zona leste da capital. Anunciada essa semana, a unidade deve começar a operar em janeiro.
“Vamos estudar como essa unidade se desenvolve em 2017 e, em 2018 podemos franquear o modelo para expandir mais”, afirma o empreendedor.Arquivado em:PME


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As praias mais caras e baratas para alugar imóvel no Ano Novo

São Paulo – Deixou para programar na última hora a viagem de Ano Novo e não abre mão de passar o Réveillon de 2017 na praia? O levantamento a seguir mostra os destinos mais baratos e caros para alugar imóvel entre 28 de dezembro e 2 de janeiro.
A pesquisa foi feita pelo site AlugueTemporada, a pedido de EXAME.com. O site levantou o preço médio da diária em casas e apartamentos com três quartos, entre as 40 praias mais buscadas por usuários no Brasil.
A praia de Guarapari, no Espírito Santo, tem a diária mais barata: 328 reais, o equivalente a 1.640 reais por cinco dias. Em segundo lugar, está Natal, no Rio Grande do Norte, onde a diária média é de 397 reais por dia, o equivalente a 1.985 reais por cinco dias.
Por outro lado, quem deseja os destinos mais luxuosos e disputados precisa preparar o bolso, pois as diárias passam de 1.500 reais. É o caso de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, a praia mais cara para aluguel no Ano Novo. A diária média custa 1.535 reais, o equivalente a 7.675 reais por cinco dias.
Ainda que em alguns lugares os preços sejam bem salgados, a maior parte das casas e apartamentos incluídos na pesquisa possui três ou quatro dormitórios, o que permite que as despesas sejam divididas por um número maior de pessoas.
“Quanto maior o imóvel, mais barato fica o aluguel ao dividir com a família e os amigos, e mais as pessoas guardam memórias da viagem”, observa a gerente de marketing do AlugueTemporada, Georgia Barcellos.
Outra vantagem do aluguel em comparação à hospedagem em hotéis é que os viajantes conseguem economizar com alimentação, ao usar a estrutura oferecida pela casa para cozinhar. Apesar de estar em cima da hora, ainda dá tempo de encontrar imóveis com bom custo benefício, segundo Georgia.
Veja, na tabela a seguir, o valor médio das diárias nas 20 praias mais baratas, entre as 40 mais buscadas no AlugueTemporada. Os preços valem para reservas entre os dias 28 de dezembro e 2 de janeiro.

Praia
Preço médio da diária
Valor do pacote de 5 dias

Guarapari (ES)
R$ 328
R$ 1.640

Natal (RN)
R$ 397
R$ 1.985

Praia do Rosa (SC)
R$ 412
R$ 2.060

Maceió (AL)
R$ 436
R$ 2.180

Recife (PE)
R$ 450
R$ 2.250

Mongaguá (SP)
R$ 498
R$ 2.490

Itanhaém (SP)
R$ 520
R$ 2.600

Arraial d´Ajuda (BA)
R$ 522
R$ 2.610

Praia Grande (SP)
R$ 541
R$ 2.705

Porto Seguro (BA)
R$ 541
R$ 2.705

Caraguatatuba (SP)
R$ 556
R$ 2.780

Aracaju (SE)
R$ 585
R$ 2.925

Cabo Frio (RJ)
R$ 610
R$ 3.050

Praia do Forte (BA)
R$ 612
R$ 3.060

Itapema (SC)
R$ 651
R$ 3.522

João Pessoa (PB)
R$ 683
R$ 3.415

Ubatuba (SP)
R$ 692
R$ 3.460

Fortaleza (CE)
R$ 731
R$ 3.655

Guarajuba (BA)
R$ 750
R$ 3.750

Garopaba (SC)
R$ 755
R$ 3.775

Confira o valor médio das diárias nas 20 praias mais caras, entre as 40 mais buscadas no site:

Praia
Preço médio da diária
Valor do pacote de 5 dias

Angra dos Reis (RJ)
R$ 1.535
R$ 7.675

Florianópolis (SC)
R$ 1.445
R$ 7.225

Porto de Galinhas (PE)
R$ 1.192
R$ 5.960

Balneário Camboriú (SC)
R$ 1.153
R$ 5.765

Praia dos Carneiros (PE)
R$ 1.134
R$ 5.670

Bertioga (SP)
R$ 1.127
R$ 5.635

Barra do Jacuípe (BA)
R$ 983
R$ 4.915

Bombinhas (SC)
R$ 966
R$ 4.830

Búzios (RJ)
R$ 920
R$ 4.600

Ilhabela (SP)
R$ 920
R$ 4.600

São Sebastião (SP)
R$ 886
R$ 4.430

Rio de Janeiro (RJ)
R$ 864
R$ 4.320

Arraial do Cabo (RJ)
R$ 846
R$ 4.230

Itacimirim (BA)
R$ 805
R$ 4.025

Pipa e Tibau do Sul (RN)
R$ 802
R$ 4.010

Santos (SP)
R$ 787
R$ 3.935

Peruíbe (SP)
R$ 787
R$ 5.935

Salvador (BA)
R$ 770
R$ 3.850

Guarujá (SP)
R$ 767
R$ 3.835

Paraty (RJ)
R$ 756
R$ 3.780

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O que você nunca deve falar numa conversa difícil no trabalho

São Paulo – Toda conversa em que há divergência entre pontos de vista, percepção de que há algo em jogo e que seja terreno fértil para que emoções aflorem é, por definição, uma conversa difícil.
A demarcação dos aspectos que complicam o diálogo parte dos autores do livro Crucial Conversations (Editora McGraw-Hill Education) e, segundo a coach executiva Eva Hirsch Pontes, pode ser resumida em: percepção de ameaça.
“Reações emocionais, normalmente, surgem como resposta a sensações de recompensa ou de ameaça. É assim que nosso cérebro funciona. Nesse caso, a pessoa se sente potencialmente ameaçada”, diz a especialista.
A dificuldade do diálogo resulta de comportamentos que as pessoas geralmente têm em situações de ameaça: fuga, luta ou congelamento. “ São atitudes nocivas para fazer o tema da conversa avançar e, consequentemente, são prejudiciais para o relacionamento”, diz Eva.
São vários os tipos de situações que estão acontecendo nesse momento e em que a comunicação é um grande desafio. Feedback negativo na avaliação anual de desempenho, a escolha de um profissional para promoção em detrimento de outros, anúncio de mudanças estratégicas ou operacionais, a definição de bônus de fim de ano diferentes para as pessoas da equipe.
“O feedback com o objetivo de corrigir um comportamento é o exemplo mais típico e acontece o ano todo”, diz Eva. A complexidade aumenta ainda mais quando o funcionário é pego de surpresa: acha que está indo bem mas na verdade vai descobrir que não está.
Se há necessidade de preparação emocional para enfrentar uma conversa, tenha a certeza de que você está no território das conversas difíceis, afirma Fernanda Macedo, especialista do Grupo Bridge.
Em sua opinião, o que há de pior a se fazer em uma conversa difícil é  sair despejando as coisas e não medir o impacto das palavras. “Sou contra o tal do ‘pronto falei’. Não acho que isso seja transformador”, diz Fernanda.
A última coisa que se deve fazer, segundo Eva, é colocar o outro no lugar do errado. “Essa conversa de ‘eu estou certo e você errado’ não vai a lugar nenhum, só provoca ainda mais desgaste e funcionamento em modo de proteção. A saída é construir uma terceira via”, diz. Acima de tudo, não fique em posição de crítica, recomenda a coach executiva.
O melhor jeito de encarar uma conversa difícil
O primeiro passo é entender que apesar de tanto avanço tecnológico, nosso cérebro continua funcionando de modo bastante parecido com o que ocorria em eras primitivas: percepção ameaça versus percepção de recompensa e entrada em modo de sobrevivência quando ameaçado.
“Costumo dizer que em termos de ‘hardware’, o nosso cérebro não mudou muito da época em que tínhamos que fugir de leões. O que mudou foi o estímulo ameaçador, ou seja, o leão”, diz a especialista.
Conversas difíceis são os “leões” que temos que enfrentar hoje. Sob essa lógica fica mais fácil entender que todos estamos sujeitos a nos sentir ameaçados e, no momento em que isso acontece, entramos em modo de proteção.
É justamente a entrada em modo de proteção – a maneira defensiva que resulta em fuga, luta ou congelamento – que se deve evitar, segundo as especialistas consultadas.
“Pense antes no que você espera dessa conversa”, recomenda Fernanda. Para ela, antes de começar uma conversa difícil é preciso ter bem clara a transformação pretendida.
Eva indica a adaptação da técnica do contraste, indicada para mal-entendidos e que é apresentada no livro Crucial Conversations. Por meio dela, a pessoa imagina, de antemão, quais são as conclusões erradas que o interlocutor pode ter para, imediatamente, estar apto a explicar que aquilo não é a sua intenção e, em seguida, revelar um ponto de vista contrastante, explicando que é o que ele quer dizer.
“Sugiro expandir o uso dessa técnica para se preparar para uma conversa difícil, pensando no que você quer e no que não quer que aconteça”, diz. No momento em que perceber que
a conversa está indo em direção ao que você não quer que aconteça, diga que não é essa a intenção e explique, francamente, seu objetivo.
Por fim, esteja aberto a surpresas, afinal não se trata de monólogo. “Tenha consciência de que vai lidar com o inesperado porque é impossível se preparar totalmente para um diálogo”, diz Fernanda.
A preparação, lembra Eva, é uma trilha para a conversa e, não, um trilho. Não se esqueça de escutar com atenção o que o outro diz, ao invés de ficar só esperando a sua vez de falar.Arquivado em:CARREIRA


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Os números que traduzem o perfil dos jovens brasileiros

São Paulo – Um quarto da população brasileira tinha, em 2015, entre 15 e 29 anos. Isso equivale a 48,3 milhões de pessoas. É o que mostra a edição mais recente da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo a pesquisa, 44% desse grupo etário trabalhava, 20,8% só estudava e 15,4% trabalhavam e estudavam simultaneamente.
O levantamento também constatou que 6 em cada 10 jovens entre 15 e 29 anos já estavam casados e com filhos. Na contramão, 13,3% das pessoas pertencentes ao grupo ainda moravam com os pais e apenas 2,3% viviam sozinhos.
No ano passado, a renda mensal de jovens entre 15 e 29 anos de idade não ultrapassou 2 salários mínimos. Esse valor não chega a R$ 1.800 por mês.  A remuneração, porém, era pior há dez anos. Em 2005, 32,6% faturavam até dois salários mínimos e 11,7% viviam com meio salário mínimo. Em 2015, as pessoas passaram a ganhar mais: 43,8% recebiam até dois salários mínimos e 8,2% ganhavam até meio salário.
Veja, no infográfico, mais detalhes sobre a pesquisa do IBGE.
 


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